Por Ronaldo Rodrigues
Campo Novo é uma localidade de Maria Paula, bairro localizado parte em Niterói e parte em São Gonçalo. Nesta região as águas do rio Matapaca subiram e invadiram casas a mais de 60 metros de distância de onde correriam normalmente. Mesmo em pontos afastados do leito, a água atingiu mais de 1,80m de altura. Casas ficaram submersas, algumas foram destruídas, mais de 100 pessoas ficaram desabrigadas, moradores perderam tudo que possuíam e alguns tiveram de ser resgatados de barco dos telhados de suas casas. Apesar da atualidade do tema, este incidente não tem nada de novo.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Equilibrado entre caixotes, Waldir salvou o que pôde
Mariana Vita
Técnico em eletrônica no Tribunal de Justiça do Estado, Waldir Costa estava na casa de sua noiva em Icaraí quando a chuva começou. Até aí não parecia ser nada sério, mesmo assim ele achou mais seguro voltar para casa, um sobrado em cima do bar de seu pai, em São Gonçalo. Escolheu o momento em que a chuva diminuiu e um ônibus que o levasse por um caminho com menos alagamentos, já estava acostumado com as enchentes.
Quando chegou em casa, encontrou a calçada alagada, como de costume nos dias chuvosos em sua rua. Na manhã seguinte já não pôde ir ao trabalho: o bar estava com água até a altura dos joelhos. “Era impossível fazer qualquer coisa para tentar impedir que a água entrasse”. Na rua, árvores caíram e seus troncos eram levados pela corrente. O portão da casa dos vizinhos foi derrubado, alguns muros foram ao chão, inclusive o do condomínio onde morava sua irmã.
Técnico em eletrônica no Tribunal de Justiça do Estado, Waldir Costa estava na casa de sua noiva em Icaraí quando a chuva começou. Até aí não parecia ser nada sério, mesmo assim ele achou mais seguro voltar para casa, um sobrado em cima do bar de seu pai, em São Gonçalo. Escolheu o momento em que a chuva diminuiu e um ônibus que o levasse por um caminho com menos alagamentos, já estava acostumado com as enchentes.
Quando chegou em casa, encontrou a calçada alagada, como de costume nos dias chuvosos em sua rua. Na manhã seguinte já não pôde ir ao trabalho: o bar estava com água até a altura dos joelhos. “Era impossível fazer qualquer coisa para tentar impedir que a água entrasse”. Na rua, árvores caíram e seus troncos eram levados pela corrente. O portão da casa dos vizinhos foi derrubado, alguns muros foram ao chão, inclusive o do condomínio onde morava sua irmã.
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